Sementeira de luz · Mensagens familiares do Prof. Arthur Joviano, (Neio Lúcio) e outros · Chico Xavier

Capítulo 209 de 226

Como vivo na Eternidade

1 Nos júbilos memorativos dos “mortos”, enchem-se sepulturas de flores custosas. Resplandecem luzes nos jazigos. Diferenciam-se as cruzes que assinalam o último pouso.

2 Para os “mortos” do mundo de carne, as convenções mais pesadas não terminam. O cemitério está cheio de fronteiras como linhas divisórias, marcando as figuras que passaram.

3 Aqueles, porém, que triunfaram da morte, aqueles que sobrepairam ao dogmatismo passageiro, recebem homenagens diferentes. Recebem as flores do carinho sincero, as luzes do coração, as palavras quentes de amor. Bem-aventurados os “mortos” que não continuaram sepultos nos desvãos da existência terrestre.

4 Para eles, a bênção da saudade é lágrima celeste balsamizando o coração para sempre. O amor não é utopia, a esperança não ilude, a fé prossegue firme.

5 O Professor Joviano rejubila-se com justiça. Recebe a homenagem dos vivos Como “vivo na Eternidade”. Que o Divino Doador das bênçãos lhe acrescente a paz, a sabedoria e a felicidade. São os nossos votos,

14121945 Irmão X (Humberto de Campos)