Paz e libertação · Autores diversos · Chico Xavier

Capítulo 5 de 21

Nos serviços de cura - Bezerra de Menezes

1 Não basta rogar ajuda para si.

É indispensável o auxílio aos outros.

2 Não vale a revelação de humildade na indefinida repetição dos pedidos de socorro. É preciso não reincidirmos nas faltas.

3 Não há grande mérito em solicitarmos perdão diariamente.

É necessário desculparmos com sinceridade as ofensas alheias.

4 Não há segurança definitiva para nós se apenas fazemos luz na residência dos vizinhos. É imprescindível acendê-la no próprio coração.

5 Não nos sintamos garantidos pela certeza de ensinarmos o bem a outrem. É imperioso cultivá-lo por nossa vez.

6 Não é serviço completo a ministração da verdade construtiva ao próximo. Preparemos o coração para ouvi-la de outros lábios, com referência às nossas próprias necessidades, sem irritação e sem revolta.

7 Não é integral a medicação para as vísceras enfermas.

É indispensável que não haja ódio e desespero no coração.

8 Não adianta o auxílio do Plano Superior, quando o homem não se preocupa em retê-lo. Antes de tudo, é preciso purificar o vaso humano para que se não perca a essência divina.

9 Não basta suplicar a intercessão dos bons.

Convençamo-nos de que a nossa renovação para o bem, com Jesus, é sagrado impositivo da vida.

10 Não basta restaurar simplesmente o corpo físico.

É inadiável o dever de buscarmos a cura espiritual para a Vida Eterna. Bezerra de Menezes Essa mensagem foi publicada originalmente em 1952 pela LAKE e é a 27ª lição da 1ª Parte do livro “Cartas do Coração.”