Poetas redivivos · Autores diversos · Chico Xavier

Capítulo 37 de 117

Quintino do Quilombo - Cornélio Pires

1 — “Não quero ver meu genro nem pintado, — Reclamava Quintino do Quilombo, — Zé Gaiola comigo é tiro, tombo Ou meu facão certeiro no picado…”

2 Mas o tempo foi indo… Deus louvado!… Quintino ficou ruim… Tinha um calombo, Do calombo crescido veio um rombo E morreu de repente no serrado.

3 Depois… tanto vagou em correria, Que assombrou o Roçado da Alegria, Pedindo ao genro um corpo como esmola…

4 Hoje, Quintino, em novo crescimento, É um menino amoroso e perebento, Agarrado na mão de Zé Gaiola. Cornélio Pires