Presença de luz · Augusto Cezar · Chico Xavier

Capítulo 1 de 20

Presença de luz

1 Prezado leitor.

Augusto Cezar é o amigo que já conhecemos, através de livros outros, que lhe refletem a compreensão e a inteligência.

2 Neste volume, porém, é nosso dever salientar-lhe a notável criatividade e o espírito de iniciativa.

3 Liberto do corpo físico, em 1968, Augusto não se contentou em permanecer no palanque das lamentações improdutivas.

4 Submeteu-se às disciplinas dos Instrutores Espirituais que lhe assinalaram a sede de saber.

5 Concentrou-se na reflexão sobre os ensinamentos do Cristo.

6 Dedicou-se espontaneamente ao estudo.

7 Aliou-se a companheiros, empenhados em reuniões consagradas ao incentivo mútuo para a renovação íntima.

8 Entregou-se, quanto se lhe fez possível, ao amparo a benefício dos irmãos infelizes, demonstrando que a palavra edificante exige ação que lhe corresponda.

9 Entrou em contato com numerosos lares em penúria.

10 Inspirou o movimento de transferência das festividades domésticas para os recantos a que se acolhem os amigos desvalidos ou doentes, sem apoio econômico, e para instituições nas quais a caridade fale por si.

11 Viajou, sob a tutela de mentores experientes, através de muitos países do mundo, adquirindo conhecimentos superiores, a fim de ser mais útil.

12 Ainda hoje, frequenta escolas de enobrecimento humano, aprendendo a servir e como servir melhor.

13 Lidera grupos de companheiros, unidos especialmente para socorro a jovens repentinamente desencarnados.

14 Espalha, quanto pode, inspirações que estimulem a beneficência e o progresso.

15 Sabe interpretar o trabalho por alegria de viver.

16 É por tudo isto, prezado leitor, que, ao entregar-te este livro simples de um companheiro generoso e simples, estamos certos de que te confiamos, não só os valiosos apontamentos de um amigo, mas também uma presença de luz. Emmanuel Uberaba, 26 de maio de 1984.