Mecanismos da mediunidade · André Luiz. — F. C. Xavier / Waldo Vieira · Chico Xavier

Capítulo 29 de 29

Registros de Allan Kardec.

1 No estado de desprendimento em que fica colocado, o Espírito do sonâmbulo entra em comunicação mais fácil com os outros Espíritos encarnados, ou não encarnados, comunicação que se estabelece pelo contato dos fluidos, que compõem os perispíritos e servem de transmissão ao pensamento, como o fio elétrico. “O Livro dos Espíritos” — Página 233. FEB, 27ª edição.

2 Salvo algumas exceções, o médium exprime o pensamento dos Espíritos pelos meios mecânicos que lhes estão à disposição e a expressão desse pensamento pode e deve mesmo, as mais das vezes, ressentir-se da imperfeição de tais meios. “O Livro dos Médiuns” — Página 229. FEB, 26ª edição.

3 A mediunidade não é uma arte, nem um talento, pelo que não pode tornar-se uma profissão. Ela não existe sem o concurso dos Espíritos; faltando estes, já não há mediunidade.

“O Evangelho segundo o Espiritismo” — Página 331. FEB, 48ª edição.

4 Por toda a parte, a vida e o movimento: nenhum canto do Infinito despovoado, nenhuma região que não seja incessantemente percorrida por legiões inumeráveis de Espíritos radiantes, invisíveis aos sentidos grosseiros dos encarnados, mas cuja vista deslumbra de alegria e admiração as almas libertas da matéria. “O Céu e o Inferno” — Página 34. FEB, 18ª edição.

5 São extremamente variados os efeitos da ação fluídica sobre os doentes, de acordo com as circunstâncias. Algumas vezes é lenta e reclama tratamento prolongado, como no magnetismo ordinário; doutras vezes é rápida como uma corrente elétrica. “A Gênese” — Página 279. FEB, 13ª edição.

André Luiz [1] Designados pelo Autor espiritual.