Linha duzentos · Emmanuel · Chico Xavier

Capítulo 1 de 21

Linha duzentos.

1 Leitor amigo:

Este é um livro simples.

Significa unicamente continuidade.

2 Acompanhando o primeiro volume da coleção de nossos amigos espirituais que o psicografaram, em 1931, desejamos afirmar neste intróito despretensioso que o nosso trabalho, atingindo agora, em 1981, meio século de atividades ininterruptas, com duzentos livros, prossegue sobre o mesmo princípio: Jesus esclarecendo Kardec e Kardec explicando Jesus.

3 Pretendemos confirmar que nessa trilha não invocamos nenhum privilégio.

4 Reconhecemos que as doutrinas religiosas, procurando a ligação da criatura com o Criador, sempre que voltadas para o amor a Deus e para o amor ao próximo, são respeitáveis e dignas das diretrizes que promovem.

5 Em Doutrina Espírita, na qual encontramos o Cristianismo Redivivo, para nós, a questão é de caminho.

6 Retornando à simplicidade com que os ensinamentos do Cristo lhe fluíam do coração, no contato com o Espírito humano, temos na orientação espírita-cristã uma estrada mais curta com mais amplos lucros de tempo no esclarecimento de nós mesmos ante a romagem da evolução.

7 Este livro, por isso mesmo, é formado de páginas simples, tão simples quanto as que escrevemos, por via mediúnica, em cinquenta janeiros seguidos, e formulamo-las em homenagem a Jesus, o nosso Divino Mestre, que no-las permitiu grafar, com o melhor de nossos sentimentos e ideais, e em sinal de gratidão a todos os irmãos e amigos que nos ampararam as forças e nos estimularam ao trabalho.

8 “Linha Duzentos” para nós, nestas páginas, expressa, simbolicamente, um traço de união, constituído por duzentos pontos interligados, através do qual aqui repetimos com emoção e respeito:

Muito obrigado, Senhor Jesus!

Leitor amigo, que o Senhor Jesus te recompense!…

Emmanuel Uberaba, 12 de março de 1981.

[1] Parnaso de Além-túmulo - Primeira Edição - FEB - 1931.