Escrínio de luz · Emmanuel · Chico Xavier

Capítulo 57 de 57

A refulgente luz do escrínio

Diógenes Laertius em “Biografias de Filósofos Antigos”: A felicidade é o exercício da virtude em uma vida completa e perfeita.

Você quer ser feliz!

Todas as pessoas do mundo querem ser felizes! Não ser feliz é caminhar na escuridão interior!

Se quisermos aprender datilografia, há cursos especializados e, por meio de exercícios calculados, de comprovada eficácia, tornamo-nos datilógrafos. O mesmo se aspiramos ser choferes, cozinheiros, costureiros, contabilistas ou outra qualquer habilitação. Só não aprendemos, — ou, se aprendemos, sempre às duras provas dos erros a serem reparados, de ilusões desfeitas pela nossa incúria, dos desastres materiais e morais que nós mesmos urdimos mentalmente ou damos execução com nossas próprias mãos, — é justamente aquilo que julgamos inseparável do nosso cotidiano: ANDAR DE BRAÇOS-DADOS COM A FORMOSA DAMA, POR NOME FELICIDADE. É possível até que nem saibamos em que consiste a felicidade: o instinto nos diz tratar-se de algo de que carecemos por vezes desesperadamente. E é só!…

(…)

Wallace Leal V. Rodrigues Araraquara, abril de 1973.

[1] (Nota do compilador) O prefácio do organizador deste livro, Wallace Leal V. Rodrigues, foi substancialmente reduzido pelo compilador; para a sua versão na íntegra vide o PDF do mesmo. Em sua 1ª edição a enumeração de suas páginas começa após este antelóquio.