Doutrina-escola · Autores diversos · Chico Xavier

Capítulo 13 de 21

Estudo como dever - Emmanuel

1 Compreendamos, assim, nas instituições do Espiritismo, que restauram o Evangelho para a atualidade, o culto do estudo edificante como simples dever.

2 Todos detemos conosco graves lições.

3 O estilete da angústia na própria alma…

4 A expiação em família…

5 A moléstia humilhante…

6 A inibição aflitiva…

7 A inadaptação social…

8 A trama da obsessão…

9 A esperança frustrada…

10 Buscar sistematicamente o alívio de uma hora, sem penetrar a essência da dor, é o mesmo que adquirir panaceias de ilusão e adotar a irresponsabilidade como norma de vida.

11 Por isso mesmo, é indispensável sacudir o marasmo do conformismo nos recessos do próprio ser, focando a observação em linhas renovadoras da emotividade e do pensamento para que se elevem nossas percepções e concepções, no rumo do progresso.

12 Para isso, é imprescindível que o estudo nos favoreça, porquanto a existência é passo da evolução em que o conhecimento é pão do Espírito, quanto o pão material é sustento do corpo.

13 Estudo sem ostentação de saber.

14 Estudo sem paranoia intelectual.

15 Estudo para trabalho incessante.

16 Estudo como hábito nobre nos domínios da cooperação e do entendimento.

Emmanuel [1] Nota: A lição anterior: “Jesus e estudo” e a posterior, “Espiritismo e estudo”, são um complemento desta. Vide também “O Evangelho segundo o Espiritismo”, cap. 6, Item 5. Esta mensagem foi também publicada em 2002, com atraso de 40 anos, pela UEM e é a 6ª lição da 2ª parte do livro “Chico no Monte Carmelo.”