Depois da travessia · Autores diversos e Luiza Xavier · Chico Xavier
Capítulo 71 de 98
No santuário doméstico - Casimiro Cunha
1 Professor, eis-nos de novo
19121949 Agradecendo o carinho Da tua missão de pai Nos óbices do caminho.
2 A palavra não expressa A força da gratidão, Porque o júbilo sublime Não foge do coração.
3 Deixa, porém, bom amigo, Generoso e tolerante, Que nesta noite de amor A nossa voz se levante.
4 Todos estamos contentes Em tua escola de luz Consagrada, inteiramente, À inspiração de Jesus.
5 E agradecemos, felizes, A tua consagração À nossa prosperidade No aprendizado cristão.
6 Vem até nós! Eis-nos todos Em saudação comovida À tua bondade excelsa Que ilumina a nossa vida!
7 Abre-se o templo do lar Sobre as flores sempre-vivas, Nascidas do amor celeste Que recolhes e cultivas!
8 Tudo se ajeita com gosto: A estante, a lâmpada, a mesa… Lá fora, há perfume e paz Nas bênçãos da natureza.
9 Ao redor da prece calma Chegam amigos, em bando, Exaltando o benfeitor Ativo, seguro e brando.
10 Trazem, ainda, à nossa sede A água viva da lição Que afaste de nossas almas A sombra, a chaga, a aflição!
11 Aprendeste no Evangelho A servir, sem descansar. Bendito “o semeador Que saiu a semear”.
12 Em teu doce aniversário De luz, de paz e de amor, Que a glória te guarde a vida Nos júbilos do Senhor! Casimiro Cunha Nota da organizadora: Na data também comemorava-se o aniversário de Rômulo Joviano, nascido em 1892. Meu pai estava completando, portanto, 57 anos.