Chico Xavier, a aurora de uma vida entre o Céu e a Terra · Autores diversos subscritos por F. Xavier · Chico Xavier
Capítulo 81 de 90
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16 de julho de 1932.
1 “Tenho sede!” — exclamava o Mestre amado, Sob a dor amaríssima na cruz. Mas que sede, inflamando o bom Jesus, Abrasava o seu peito torturado?
2 Ele, o meigo Pastor que nos conduz Através das misérias do pecado, Ao recinto da paz, divinizado, Onde tudo é ventura, amor e luz,
3 Sentia sede, a sede estranha e pura De redimir a humana criatura De mais amar os crentes e os ateus.
4 Sede do amor da ingrata humanidade, Sede de oferecer-nos mais piedade, Elevando a nossa alma para Deus! F. Xavier