Chico Xavier, a aurora de uma vida entre o Céu e a Terra · Autores diversos subscritos por F. Xavier · Chico Xavier
Capítulo 47 de 90
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1º de dezembro de 1930.
1 Por que hás de agrilhoar os teus pensamentos às imperfeições e nonadas da Terra? Por que te prendes em demasia ao recanto das sombras, o que as mais das vezes te envilece e amesquinha, quando te é possível ascender às luminosidades excelsas do Ilimitado, onde haurirás luz e vida?
2 Imita o lírio, que se apoiando no lodo da terra deixa que de suas pétalas se exale, ao Infinito, o seu perfume puríssimo.
3 Teus pensamentos são de uma natureza divina. Nunca notaste que eles são os fatores do progresso, os receptores das vibrações maravilhosas, de ciência, beleza e amor, emitidas das Alturas pelos semáforos dos mensageiros divinos e que são os portadores da evolução?
4 Aproveita-os, pois! Eleva-os ao Alto, de onde dimanam inspirações grandiosas, lições sublimes, ensinamentos fecundos e radiosidades portentosas!
5 Nunca deves transformá-los em porções da Terra, porém, em raios de luz, em gotas de amor divinizado, em diamantes espiritualizados, fragmentos do Céu, como verdadeiramente o são pela sua origem divina.
6 Não os conspurques com a lama terrena. Esforça-te por torná-los como reflexos do sol da mais elevada espiritualidade. F. Xavier