Chico Xavier, a aurora de uma vida entre o Céu e a Terra · Autores diversos subscritos por F. Xavier · Chico Xavier

Capítulo 41 de 90

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16 de agosto de 1930.

1 Desde aquele momento, ó Cristo amado, Que minh’ama, numa ânsia indefinível, Teve sede da luz imperecível Que ofertaste a este mundo de pecado

2 Que o meu ser miserando e desprezível Fortemente sentiu-se a ti ligado, E ao sentir-te, senti-me iluminado, Escutando-te a voz indescritível:

3 “Ó discípulo meu, se queres luz, Sem queixumes, sem prantos, toma a cruz, Percorrendo a tua senda dolorida!

4 Põe teus olhos em mim, busca os meus passos E jamais sentirás dor ou cansaços, Pois terás dentro de ti a eterna vida!” F. Xavier