Chico Xavier — Mandato de amor · Mandato de amor. — Autores diversos · Chico Xavier

Capítulo 68 de 87

Kardec no século XIX - Amaral Ornellas

I

1 Chora a Terra infeliz de peito aberto em chaga.

A Dúvida, o Terror, a Guerra e a Guilhotina Inda espalham, gritando, a treva que domina E o suor da aflição que tudo atinge e alaga…

2 Desvairada na sombra, a Razão desatina, Nega a Filosofia… a Ciência divaga…

E a fé perde a visão como luz que se apaga, Entre a maldade humana e a bondade divina.

3 É a noite que se alonga ao temporal violento, É a loucura, a miséria e a dor do pensamento E, em toda a parte, o mundo é pávida cratera!…

4 Mas Kardec é chamado ao torvelinho insano E, revivendo a luz do Cristo Soberano, Acende no horizonte o Sol da Nova Era!…

Amaral Ornellas II Bondade “Toda bondade mais simples, Sincera, nobre, leal Ajuda na construção Do Reino Celestial.”

Meimei [1] (Alexandrinos recebidos por Francisco Cândido Xavier, na sessão solene realizada na sede da União Espírita Mineira, no dia 18 de abril de 1956, 99.º aniversário de “O Livro dos Espíritos”. Inseridos no livro “Doutrina e Vida”. — Fonte: “O Espírita Mineiro”, números 49/50, março/abril de 1956.) [2] (Estrofe psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Fonte: “O Espírita Mineiro”, números 59/60/61, janeiro/março de 1957.)