Brilhe vossa luz · Autores diversos. — F. C. Xavier / Carlos A. Baccelli · Chico Xavier

Capítulo 23 de 25

Extinção do mal - Bezerra de Menezes

Brilhe vossa luz— Autores diversos — F. C. Xavier / Carlos A. Baccelli

21 Extinção do mal

1 Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.

2 Por isso [mesmo], a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.

3 Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.

4 A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem. A propósito, meditemos:

5 O Senhor corrige a ignorância com a instrução;

6 o ódio com o amor;

7 a necessidade com o socorro;

8 o desequilíbrio com o reajuste;

9 a ferida com o bálsamo;

10 a dor com o sedativo;

11 a doença com o remédio;

12 a sombra com a luz;

13 a fome com o alimento;

14 o fogo com a água;

15 a ofensa com o perdão;

16 o desânimo com a esperança;

17 a maldição com a bênção.

18 Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe. Simples ilusão.

19 O mal não suprime o mal.

20 Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem. Bezerra de Menezes (Anuário Espírita 1968)