Brilhantes no caminho · Autores diversos · Chico Xavier

Capítulo 2 de 21

Postal fraterno

(À irmã D. Esmeralda Bittencourt)

1 Vai, minha irmã, pelo caminho santo! Embora o pranto purificador, Segue vencendo as aflições do mundo, Vale profundo de miséria e dor.

2 Não te magoe a tempestade imensa! Que o sol da crença te ilumine a cruz! Sofre e confia, serve a Deus e espera A primavera da divina Luz! Vallado Rosas Reformador — Julho de 1947. [1] Segundo consta do original, o poema foi psicografado em 23 de fevereiro de 1946, no interior do vagão do Trem de Ferro, durante viagem de Pedro Leopoldo a Belo Horizonte. No grupo de Chico Xavier, viajava Esmeralda Bittencourt, a quem se destinavam os versos. Amiga do médium Esmeralda aproximou-se do Espiritismo em 1524, quando mudou-se de Minas Gerais para o Rio de Janeiro e conheceu Aura Celeste, fundadora do Asilo Espírita João Evangelista. Face à desencarnação trágica dos filhos, viveu uma vida de duras tribulações. Dedicada protetora realizou uma obra de educação reconhecida em seu tempo.